Quero ser Ricardo Kotscho para andar pela rua e não me acomodar num computador. Quero ser Robert Fisk para guerrear pela paz tendo como arma um microfone. Quero ser Hélio Fernandes para me libertar pelas grades e não me prender a cifrões. Quero ser Gay Talese para cuidar de cada palavra e ser sensível ao sentimento das pessoas. Quero ser Zuenir Ventura para escrever as minhas histórias dos outros. Quero ser Alberto Dines para observar a mim mesma. Quero ser John Reed para narrar dias que abalaram o mundo. Quero ser muitos. Eu mesma. Sou um ser em construção.

Traços biográficos

Ana Helena Tavares é carioca, nascida no ano das “Diretas Já!”. Estudou no Colégio Pedro II e a isso deve parte de sua formação humanística. 
Paralelamente ao Ensino Médio, passou dois anos e meio no Núcleo de Filosofia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pesquisando o conceito de verdade (Existe verdade absoluta? Por que o ser humano precisa de acreditar em verdades?).
Premiada em concursos de crônicas e monografias, tem textos em prosa e verso publicados em seis antologias diferentes. Escrever é sua maior paixão e seu principal ofício. 
É jornalista (MTB: 34692), membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), tendo artigos e reportagens publicados em diversos veículos de comunicação. Trabalha na redação dos jornais dos Sindicatos dos Policiais Civis e dos Vigilantes (RJ).
Durante mais de cinco anos, entrevistou pessoas que resistiram à ditadura. Seus relatos (alguns reproduzidos nas revistas Carta Capital, Veja e Brasil de Fato) estão publicados no livro "O problema é ter medo do medo - O que o medo da ditadura tem a dizer à democracia" (Ed. Revan).
A partir de 2015, mergulhou naquele que será seu segundo livro. Com o título provisório de "Pedro do Araguaia - Um bispo contra todas as cercas", o livro contará a história de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia.

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"O discípulo não supera o mestre, o complementa" (Luciene Félix, profª de filosofia da Escola Superior de Direito Constitucional - SP)

"A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro."
(Platão)

"A amizade é mais importante do que a justiça, porque onde houver amizade, a justiça já está feita."(Aristóteles)

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