Quero ser Ricardo Kotscho para andar pela rua e não me acomodar num computador. Quero ser Robert Fisk para guerrear pela paz tendo como arma um microfone. Quero ser Hélio Fernandes para me libertar pelas grades e não me prender a cifrões. Quero ser Gay Talese para cuidar de cada palavra e ser sensível ao sentimento das pessoas. Quero ser Zuenir Ventura para escrever as minhas histórias dos outros. Quero ser Alberto Dines para observar a mim mesma. Quero ser John Reed para narrar dias que abalaram o mundo. Quero ser muitos. Eu mesma. Sou um ser em construção.

sábado, 15 de agosto de 2009

Nos traços da história: 100 anos de uma epopéia ao contrário

O escritor morreu com um tiro
no peito, durante um duelo com
o amante de sua esposa.
Abaixo,
uma charge publicada na época
pelo jornal "O Malho".



Euclides
Rodrigues da cunha
(20 de Janeiro de 1866 /
15 de Agosto de 1909)
Um homem, uma guerra e o heroísmo dos vencidos

"Porque afinal o medo teve ali os seus grandes heróis, revelando a coragem estupenda de dizer a um país inteiro que eram cobardes." (Esta frase integra o capítulo VII da parte denominada "Quarta Expedição" do livro "Os Sertões", clássico de Euclides da Cunha, em que é retratada a Guerra de Canudos)

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