Quero ser Ricardo Kotscho para andar pela rua e não me acomodar num computador. Quero ser Robert Fisk para guerrear pela paz tendo como arma um microfone. Quero ser Hélio Fernandes para me libertar pelas grades e não me prender a cifrões. Quero ser Gay Talese para cuidar de cada palavra e ser sensível ao sentimento das pessoas. Quero ser Zuenir Ventura para escrever as minhas histórias dos outros. Quero ser Alberto Dines para observar a mim mesma. Quero ser John Reed para narrar dias que abalaram o mundo. Quero ser muitos. Eu mesma. Sou um ser em construção.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Veríssimo e o poder da linguagem

Estive escrevendo pro meu outro blog e não tenho vindo por aqui nos últimos dois dias. Em breve voltarei a atualizar este blog. Por enquanto, deixo aqui uma pérola. Achei, não me perguntem como, em meio à absoluta zorra de papéis que é o meu quarto, uma antiga crônica de Veríssimo, que eu há muitos anos havia dado como perdida. A crônica, publicada pelo Globo, data de 28/01/2000 e trata-se de um texto genial sobre o poder colonizador da linguagem. Vale muito a pena clicar com a mãozinha.

E, finalmente, fica a grande revelação para os meus amigos mais próximos: sim!!! : ) Esta crônica saiu no exato dia em que criei aquele que se tornaria meu e-mail principal.

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