Quero ser Ricardo Kotscho para andar pela rua e não me acomodar num computador. Quero ser Robert Fisk para guerrear pela paz tendo como arma um microfone. Quero ser Hélio Fernandes para me libertar pelas grades e não me prender a cifrões. Quero ser Gay Talese para cuidar de cada palavra e ser sensível ao sentimento das pessoas. Quero ser Zuenir Ventura para escrever as minhas histórias dos outros. Quero ser Alberto Dines para observar a mim mesma. Quero ser John Reed para narrar dias que abalaram o mundo. Quero ser muitos. Eu mesma. Sou um ser em construção.

domingo, 29 de março de 2009

Série a falta inspira: Mãe de Graham Bell era surda

Foto: Hulton-Deutsch Collection/Corbis
Quando jovem, o escocês Alexander Graham Bell (1847-1922) era um estudante mediano, mas um cientista mirim de respeito. Ao pesquisar a emissão e a transmissão de sons, ele e seu irmão Melville (1845-1870) criaram um "esqueleto falante" que fez sucesso na vizinhança. O interesse era motivado por Eliza, mãe dos dois, que sofria de surdez. Melville morreria seis anos antes de Alexander lançar seu "telégrafo acústico". O aparelho foi patenteado em 1876. Em 1892, quando Bell foi fotografado inaugurando a conexão telefônica entre Nova York e Chicago, 150 mil americanos já possuíam um aparelho em casa. Era o começo de uma revolução. Com a ajuda do aparelho de Graham Bell, as distâncias começaram a se tornar relativas e o mundo foi começando a ficar menor.

Saiu na revista "Aventuras na História", edição 69, Abril 2009.

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